Reconstrução do texto infantil

A atividade realizada em 03/09/2011 consistiu em produzir um pequeno conto infantil, a partir do texto (oral) da criança ''Era uma vez um cão aí no mesmo instante um coelho ladrão viu cenouras e foi roubar aí o cão viu e latiu aí o dono correu, e aí o coelho passou a cerca ...''.

Tite, o coelho solitário

Café era um cachorro que vivia para ajudar e fazer companhia ao seu dono Alfredo. O cão era preto e magro, era um vira lata, mas sua coragem era mais importante do que sua raça.

Certo dia, Café descansando do seu almoço escutou um ruído na cozinha e levantou para ver o que era. Quando chegou lá, viu Tite, um coelho que morava na floresta e vivia sempre faminto procurando comida. O bichinho estava comendo as cenouras que Maria, a cozinheira, havia deixando sobre a mesa, antes de ir embora.
Café começou a latir, querendo avisar Alfredo, o menino foi até lá e começou a correr atrás do coelho, mas ele era mais rápido, até que conseguiu passar pela cerca que havia no limite da fazenda.
Alfredo estava pensando em desistir de correr atrás de Tite, até que o coelho tropeçou e caiu.
O menino correu até lá e o pegou, Tite começou a chorar e disse:
-Por favor moço, não faça nada comigo, eu sou apenas um coelho sem família e estou com muita fome, não tenho comida.
Alfredo ficou com pena do bichinho indefeso e disse:
-Você tem nome?
-Sim. É Tite, é assim que os animais da floresta me chamam.
-Pois então Tite, se você não tem família, pode ficar comigo, eu tenho certeza que café iria adorar uma companhia, ele tem andado solitário quando eu vou à escola.
-Sério moço?
-Claro.
O coelho ficou muito feliz e disse:
-Eu sempre quis ter uma família. Hoje é o dia mais feliz da minha vida!
Assim os dois voltaram felizes até a casa principal da fazenda. Tite nunca mais precisou roubar nada.

De Aline Cristina de Ramos
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O cão, o coelho e as cenouras

O cão se chamava Biruta e seu dono se chamava Pedro, que era um jovem corajoso, e junto com seu pai, Celso cuidava de uma plantação de cenouras. Biruta conhecia todos os animais da região e sabia quais eram os legais e os que mais eram seus amigos e, Tiaguinho, um coelhinho branco, que infelizmente não estava na lista, apesar de Biruta querer muito, o coelhinho não aceitava muito sua amizade. Num belo dia de sol. Biruta estava deitado na sombra de uma árvore, quando Tiaguinho apareceu, abanando o rabinho de um lado para o outro. Aí, devagar, Tiaguinho começou a apanhar várias cenouras e colocá-las em seu minúsculo colete. Então, ao ver isso, Biruta latiu alto e seu dono, Pedro, com seu pai, Celso correram para ver o que acontecia. E aí o coelho Tiaguinho correu, tentando passar a cerca, mas Pedro o pegou no colo, e disse delicadamente, que aquilo não podia ser feiro. Tiaguinho prometeu que nunca mais faria aquilo, se não contassem nada para sua dona, Cleumira e assim foi feito. Nunca mais Tiaguinho voltou a perturbar aquela família e virou amigo de Biruta e de todos da região.

De Taynara de camargo Medeiros.

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O coelho feliz

Era uma vez um cão que caminhava no seu território, quando de repente, aparece um coelho roubando cenouras e logo foi latindo para espantá-lo.
O seu Manoel, que era o proprietário, saiu correndo atrás do coelho, gritando desesperado.
-Vem cá coelhinho, que eu te dou uma cenoura não precisa mais roubar, eu sei que você está com fome!
Mas o coelho ficou assustado, passou a cerca e foi embora.
No dia seguinte, voltando ao local, o seu Manoel, deu algumas cenouras para o coelho, desde então o coelho não precisou roubar mais para comer e ficou muito feliz.

De Ana Lucia de Souza
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O coelho espertalhão

Num belo dia o cão como de costume passava pelo quintal de sua casa, quando de repente avistou um coelho e o pior era ladrão, pois estava roubando as cenouras que o seu dono tinha plantado na horta. De repente ele começou a latir e o dono ouvindo aquele barulho resolveu ver o que estava acontecendo, o coelho nesse momento se assustou passou a cerca e foi embora, pois ficou com medo que o cão o pegasse.
Mas ele ainda estava com medo e queria de qualquer jeito pegar aquelas cenouras.
Esperou que ficasse escuro a noite, para poder voltar e pega-las, mas tinha medo da reação do cão.
Então resolveu procurar um velho amigo gato para ajudá-lo.
Enquanto o gato o distraía ele iria pegar as apetitosas cenouras.
E foi o que aconteceu, só que ele não contava que as cenouras já tinham dono, pois também havia um coelho na casa.
O coelho ao ser pego pelo outro coelho que morava na casa, ficou envergonhado e reconheceu que não se deve pegar as coisas dos outros, sem a permissão do dono.

De Silvana Domingues Cugler.

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O coelho fujão

Um certo dia, um cão que estava tomando conta de algumas cenouras viu um coelho se aproximar. Aí nesse momento o coelho , que estava com muita fome, viu a cenoura e foi se alimentar. O cão viu que o coelhinho havia pego as cenouras e começou a latir. O dono das cenouras correu para ver o que estava acontecendo e quando viu o coelho correndo com as cenouras foi atrás dele para pegá-las. O coelho correu mais rápido e conseguiu fugir pela cerca.

De Larissa Domingues Cugler.
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As lindas cenouras

Quando chegava a tarde, o menino sempre ia dar seu passeio na floresta e ele sempre levava seu melhor amigo, o cão amigão.
O menino já tinha andado bastante até que então ele viu uma casa.chegando perto o seu cão amigão saiu correndo e latindo muito em direção a uma horta.
Foi ai que o menino viu um coelho, faminto pulava e pulava de alegria, porque tinha achado as melhores cenouras.
O coelho fiou tão feliz com as cenouras que não viu o cão amigão chegando perto, então com muita rapidez o coelho passou por debaixo da cerca e saiu correndo, com suas lindas cenouras.

De Ana Paula Silva de Souza.
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Uma tarde na horta

Em um finalzinho de tarde, um pouco antes do sol dormir, Zezinho e e o papai estavam colhendo cenouras fresquinhas que tinham plantado no quintal.
O papai foi buscar uma bacia para carregar as cenouras e o Zezinho, mocinho muito esperto, ficou cuidando da horta com seu inseparável amigo Totó, um lindo cachorrinho. Só que seu pai estava demorando e Zezinho estava ficando cansado. Então ele falou para Totó ficar cuidando das cenouras que ele já voltava, mas foi só ele dar uns cinco passos que Totó saiu correndo e latindo.
O Zezinho olhou para trás e saiu correndo atrás do Totó e foi aí que ele viu um coelho com uma cenoura na boca. Daí, eles continuaram correndo, e quando estavam chegando perto do coelho faminto, ele passou a cerca e entrou em uma toca.
O coelho já tinha sumido e estava começando a ficar escuro. Aí o Zezinho escutou o pai chamando e voltou correndo junto com o totó para a horta.
O Zezinho chegou e contou tudo o que tinha acontecido, mas o pai falou que ele não precisava ficar triste, afinal, ainda tinha bastante cenoura.
Então eles voltaram para casa porque já estava ficando tarde para fazer a janta.

De Ângela Takahashi
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O coelho fujão

No sítio da vovó Marquinha havia uma plantação de cenouras, ou melhor dizendo, uma roça de cenouras.
Vovó criava muitos animais, seu predileto era um cão chamado Lobão.
Meu primo tinha um coelho que era muito faminto e vivia dentro de casa.
Um dia ele foi jogar bola e o coelho fugiu para pegar cenouras da roça da minha avó.
Vovó ciscou Lobão que correu atrás do coelho fujão, e ele latiu muito, mas o coelho foi mais rápido que Lobão, que acabou passando da cerca e aí meu primo ficou triste, porque o coelho nunca mais voltou!




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