Pedro Malasartes: a mentira tem pernas curtas
A mentira tem pernas curtas
Pedro Malasartes era um menino muito esperto e alegre. Gostava muito de aprontar das suas; seus pais já não sabiam mais como conter tanta energia.
Sua mãe passava o tempo todo chamando a sua atenção. Todos os vizinhos reclamavam, mas nada conseguiam fazer.
Certo dia a casa ao lado daquela onde ele morava foi vendida. A nova moradora era uma senhora idosa e tinha um neto chamado Joaquim, da mesma qualidade de Pedro. Logo que conheceram, Pedro, que não aguentava mais sua mãe reclamando, pediu para Joaquim que o ajudasse a assustá-la.
Assim, a pedido de Pedro, Joaquim foi até a mãe dele e avisou que o menino estava doente, com muita febre e dor de cabeça, dor de barriga e outras dores. Disse mais, que Pedro deveria ficar de repouso por uma semana, que só então melhoraria...
Dessa maneira, ele convenceu a mãe do Pedro. Afinal, ela nunca tinha visto Pedro tão aborrecido, desanimado e achou que fosse mesmo algo grave. Mal sabia ela que era tudo encenação de Pedro, uma de suas artes.
Mas ela estranhou que Joaquim, vindo em visita ao seu amigo que fingia estar doente, passava muito tempo com ele no quarto trancando, e assim foi dois dias.
Intrigada, ela resolveu investigar melhor a situação, para saber o que os dois ficavam por horas fazendo no quarto. Foi até a porta do quarto e bateu, e os dois nada responderam. Deu a volta por trás da casa e foi até o corredor ao lado da casa e... que surpresa! Os dois estavam brincando! Eles trancaram a porta do quarto, pularam a janela e foram brincar. A mãe, enfurecida, resolveu dar uma lição em Pedro e afastou-se, sem que eles percebessem que ela os havia notado.
Tentando, então, dar o troco em Pedro, logo depois que ele saiu do quarto, ela disse:
- Menino, vou levar você agora mesmo ao médico! Vai tomar algumas injeções e logo melhora!
No que ele, faceiro, respondeu de pronto...
- Sabe que até já melhorei! Depois de três dias eu já estou ótimo!
Silvana Domingues Cugler
Pedro Malasartes era um menino muito esperto e alegre. Gostava muito de aprontar das suas; seus pais já não sabiam mais como conter tanta energia.
Sua mãe passava o tempo todo chamando a sua atenção. Todos os vizinhos reclamavam, mas nada conseguiam fazer.
Certo dia a casa ao lado daquela onde ele morava foi vendida. A nova moradora era uma senhora idosa e tinha um neto chamado Joaquim, da mesma qualidade de Pedro. Logo que conheceram, Pedro, que não aguentava mais sua mãe reclamando, pediu para Joaquim que o ajudasse a assustá-la.
Assim, a pedido de Pedro, Joaquim foi até a mãe dele e avisou que o menino estava doente, com muita febre e dor de cabeça, dor de barriga e outras dores. Disse mais, que Pedro deveria ficar de repouso por uma semana, que só então melhoraria...
Dessa maneira, ele convenceu a mãe do Pedro. Afinal, ela nunca tinha visto Pedro tão aborrecido, desanimado e achou que fosse mesmo algo grave. Mal sabia ela que era tudo encenação de Pedro, uma de suas artes.
Mas ela estranhou que Joaquim, vindo em visita ao seu amigo que fingia estar doente, passava muito tempo com ele no quarto trancando, e assim foi dois dias.
Intrigada, ela resolveu investigar melhor a situação, para saber o que os dois ficavam por horas fazendo no quarto. Foi até a porta do quarto e bateu, e os dois nada responderam. Deu a volta por trás da casa e foi até o corredor ao lado da casa e... que surpresa! Os dois estavam brincando! Eles trancaram a porta do quarto, pularam a janela e foram brincar. A mãe, enfurecida, resolveu dar uma lição em Pedro e afastou-se, sem que eles percebessem que ela os havia notado.
Tentando, então, dar o troco em Pedro, logo depois que ele saiu do quarto, ela disse:
- Menino, vou levar você agora mesmo ao médico! Vai tomar algumas injeções e logo melhora!
No que ele, faceiro, respondeu de pronto...
- Sabe que até já melhorei! Depois de três dias eu já estou ótimo!
Silvana Domingues Cugler
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